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PVC diz que levaria Weverton para a Copa de 2026, mas Neymar Jr. não

namarcadacal.com.br
PVC diz que levaria Weverton para a Copa de 2026, mas Neymar Jr. não

O torcedor brasileiro vive uma espécie de “Dia D”. Isso pelo fato de o técnico Carlo Ancelotti anunciar nesta segunda-feira (18), às 17 horas (horário de Brasília), os 26 jogadores da Seleção Brasileira que disputarão a Copa do Mundo de 2026. O evento será realizado no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.


Na manhã desta mesma segunda-feira, o jornalista esportivo Paulo Vinicius de Coelho, o PVC — por quem tenho a maior admiração pela capacidade de conhecimento histórico e análise precisa do futebol mundial —, ao ser indagado pelo apresentador Milton Jung, da CBN Brasil, durante o quadro Prancheta do PVC, sobre sua opinião a respeito da lista de convocados de Ancelotti, fez dois comentários que me chamaram a atenção.


O primeiro deles está relacionado à convocação dos três goleiros para o Mundial, enquanto o segundo fica por conta da presença ou não do atacante santista Neymar Jr. entre os convocados.


A respeito dos goleiros, PVC deixou claro que não levaria Bento (que falhou bisonhamente durante um jogo na Liga Saudita e adiou o título de sua equipe) e que o momento de Hugo Souza, do Corinthians, não é bom. Ele ainda “esticou a corda” ao afirmar que Alisson, titular nas últimas duas Copas, atravessou momentos de inúmeras lesões às vésperas do Mundial. Com isso, PVC pontuou que levaria Weverton; segundo ele, o arqueiro gremista vive bom momento e merecia a convocação.


Sobre Neymar Jr., PVC reconheceu que o atleta cresceu na reta final, mas, para ele, o craque ainda está abaixo de suas condições físicas e técnicas para a disputa de uma Copa do Mundo. O jornalista ainda citou o comportamento do atacante santista durante as semanas que antecedem a competição — uma suposta agressão ao companheiro de equipe Robinho e suas constantes tretas com a arbitragem — para justificar a ausência do craque em sua lista.


Independentemente da posição de PVC, um dos jornalistas esportivos mais conceituados do país, eu ainda defendo a tese de que a presença de Neymar Jr. –  maior artilheiro da Seleção Brasileira com 79 gols marcados em 128 jogos oficiais, pode ser benéfica para o fortalecimento do selecionado brasileiro. Aproveito para, mais uma vez, justificar minha opinião neste espaço:



  • Capacidade de decisão: Não vejo em nossa Seleção um atleta com a mesma capacidade de decisão de Neymar Jr. Apesar de reconhecer que ele não está em plenas condições físicas e técnicas para um torneio curto e competitivo, acredito que três ou quatro semanas de dedicação seriam suficientes para recuperar o preparo necessário para jogar, ao menos, 30 minutos de um futebol intenso.

  • Confiança e fator psicológico: Outro aspecto positivo é a confiança que ele transmite ao grupo. O peso de um craque dessa qualidade em campo intimida adversários; em um piscar de olhos, ele pode colocar um companheiro na cara do gol. Além disso, há sua ótima bola parada, fundamento que o “Menino da Vila” domina como poucos.

  • Carisma e Futebol-Arte: Sendo criticado ou ovacionado, o atacante mantém seu carisma, principalmente com o público jovem. Nas arquibancadas de uma Copa, não basta apenas intensidade e velocidade; é preciso o “algo a mais” que atende pelo nome de futebol-arte — algo pouco visto na atualidade, mas praticado com maestria por Neymar.

  • O fator “Hexa”: Por fim, levar Neymar à sua quarta Copa do Mundo pode não ser o único requisito para trazer a taça, mas certamente garante à Seleção mais confiança e competitividade. O resto dessa polêmica sobre sua presença entre os convocados de Ancelotti não passa de “mimimi”.


Quanto à convocação do goleiro acreano Weverton, estou totalmente de acordo com PVC. O gremista vive boa fase, tem grande experiência, sabe jogar com os pés e é pegador de pênaltis. Vale lembrar que o primeiro título olímpico da Seleção Brasileira, conquistado em 2016 no lendário Maracanã, saiu dos pés de Neymar Jr. e das mãos de Weverton, que defendeu a cobrança do alemão Nils Petersen após o empate por 1 a 1 no tempo normal e a vitória por 5 a 4 nas penalidades.


 




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